bio

O meu nome é João Henrique Câmara e assino como Janrik. Sou licenciado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pelo Instituto Superior Técnico, formação que utilizo para operar o som enquanto fenómeno físico e computacional. O meu trabalho foca-se na manipulação técnica e digital em contextos de sonoplastia em cinema, videojogos, música e arte digital.

Após o lançamento do meu primeiro álbum, Age of Adolescence, o meu foco atual centra-se no projeto Serra Vilhoa, uma exploração sobre a elasticidade do tempo e a imanência da condição de ilhéu. Esta investigação materializa-se num objeto sonoro com 24 horas de duração, uma estrutura que serve para dar corpo à experiência de ser, simultaneamente, a ilha e o ilhéu.

Neste projeto, a criação surge desse estado de suspensão entre o estar longe e o querer isolar-se para deixar de estar só. Serra Vilhoa foca-se na materialidade da espera — o corpo que habita um espaço enquanto a vida partilhada noutro lugar permanece em suspenso. É uma tentativa de explicitar, através de uma extensão temporal absoluta, a realidade de quem vive em trânsito, transformando a distância e a solidão em matéria sonora.

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O meu nome é João Henrique Câmara e assino como Janrik. Sou licenciado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pelo Instituto Superior Técnico, formação que utilizo para operar o som enquanto fenómeno físico e computacional. O meu trabalho foca-se na manipulação técnica e digital em contextos de sonoplastia em cinema, videojogos, música e arte digital.

Após o lançamento do meu primeiro álbum, Age of Adolescence, o meu foco atual centra-se no projeto Serra Vilhoa, uma exploração sobre a elasticidade do tempo e a imanência da condição de ilhéu. Esta investigação materializa-se num objeto sonoro com 24 horas de duração, uma estrutura que serve para dar corpo à experiência de ser, simultaneamente, a ilha e o ilhéu.

Neste projeto, a criação surge desse estado de suspensão entre o estar longe e o querer isolar-se para deixar de estar só. Serra Vilhoa foca-se na materialidade da espera — o corpo que habita um espaço enquanto a vida partilhada noutro lugar permanece em suspenso. É uma tentativa de explicitar, através de uma extensão temporal absoluta, a realidade de quem vive em trânsito, transformando a distância e a solidão em matéria sonora.

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